
...Marina Elali




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31.12.07
A boneca
estava vestida
com sua roupa
mais bonita
e tinha o brilho
da festa
no sorriso
encabulado.
Não sei porque
ficou na prateleira,
envelhecendo os sonhos
de brincar...
Eu também tive
um sorriso
radiante e vivo
que ficou guardado
no armário
do meu rosto
E esqueceu
de voltar.
Maria Alice Estrella
FELIZ ANO NOVO PITTY
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29.12.07
comente:
22.12.07
A mais distante meta é
atingida por quem tem uma
sábia esperança.
Para encontrar o caminho,
Não importa tanto
onde se esteve,
Mas sim onde se quer chegar.
Que haja paz, compreensão
e amor.
Feliz Natal e
Próspero Ano Novo
Meiga
comente:
15.12.07
Foi, então
que me lembrei de tantas coisas!!!!
cada sorriso sorrido,
cada brilho de olhar,
cada aperto de mão nas mãos!
E não foi em vão...
Me senti amada e amada fui,
pelo simples prazer de acreditar que seria...
Criança com um pacote de pipoca
assistindo a um espetáculo de circo!!!
O sorriso misturado á pipoca,
num mastigar sorrir,
lembranças sentadas nas arquibancadas da vida...
Felicidade despojada de luar...
Ouvindo com ansiedade "um respeitável público"
todas as vezes que vc estava para chegar..........
Fui menina...fui feliz...
A música ainda toca,
a bailarina ainda anda na corda bamba de meus sonhos...
Tudo desfila ante meu olhar vibrante,
como noite de espetáculo,
como fala de uma cena,
que muda transcorre...
sem som...Apenas á vagar!
Respeitável público...
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4.12.07
Kamikaze, o vento divino
Quando a vida parece morna mas, um frio no estômago,
diz que o tempo vai esquentar, viro kamikaze. Igual ao tufão que,
em 1.281, dispersou os navios mongóis, impedindo que invadissem
o Japão. E, teve seu nome adotado, pelos soldados japoneses que realizaram
operações suicidas contra a frota americana em 1944.
Sim, quando me zango, viro kamikaze. Se a situação está ruim,
pior não pode ficar. E, se ficar, já estou me acostumando.
Mas, ruim mesmo, é não tentar. E, nada como um tufão,
para tirar tudo do lugar.
O medo de ouvir um não, que estava escondidinho, sai correndo
em busca de um sim. A incerteza, que não sabia se devia ir pelo
caminho da esquerda ou da direita, abre um atalho no centro.
A sinceridade, que andava calada, encontra as palavras certas
para dizer. Com o vento , muitos sonhos desaparecem
para sempre e, outros, sobrevivem mais fortes.
Nestes momentos, sinto que, uma gueixa, a esperança,
e um samurai, o otimismo, me observam e me apoiam.
E, vencendo ou perdendo a batalha, orgulho-me por ter tentado.
Assim, é com satisfação que retorno à minha condição de brisa.
Texto enviado por e-mail pela amiga Sol
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